sábado, 15 de março de 2008

Show da Tia Maria na Biruta




Tenho que confessar que o Reggae nunca foi um som que atraiu meus gostos, aliás, sou pouco atado à música, uma arte tão bela e envolvente. Mas até que estou mudando, apreciando mais as diversas melodias que embalam os corações mundo afora.


Elas são políticas, amorosas, revoltadas, sociais, libertárias, fúteis, regionais... Enfim, temos um amplo cardápio e para todos os gostos! Todos têm vez, não é? O reggae então tem uma parcela grande no meu entrelaçamento com a música, afinal, sou irmão de um músico, mais precisamente, um cantor de reggae que possui um coração enorme e mostra na música a alma doce e nobre de um sonhador avesso ao preconceito, à injustiça, emotivo e cheio de ensinamentos para pregar nas suas composições.


Por isso, hoje vejo a importância de Bob no cenário do reggae brasileiro (aliás, mundial). Ele mostra que o valor da vida está nos momentos mais simples como o almoçar arroz com feijão ou jantar cuscuz com leite. Vida/Davi... São palavras equivalentes, não sei o que seria de mim sem essas duas no meu vocabulário.
Músicas da Banda Tia Maria:

Danilo Castro 15.03.2007

4 comentários:

Akinogal disse...

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Larissa Cândido disse...

Daaan, adoreei o que tu escreveu!
Legal demais! É bom conhecer as diversas melodias que embalam os corações mundo afora. Hehehe!

:*****

Larissa Cândido disse...

Cabeção! Atualiza esse blog!
:****

passarim disse...

rs!encanta esse jeito leve,que é o reggae, de dizer coisas simples e cruéis(a realidade em si)..talvez um jeito de suavizar a vida sem deixar de falar nos nossas feridas..
tudo bem que a música no geral faz isso (assim como a arte no geral), mas o reggae cumpre esse papel sem desgaste e é quase uma cartilha pra quem o segue...
que a vida seja celebrada todos os dias..com um bom reggae pra deslizar sobre ela..rs!

um xero!